Não Abaixo Minha Cabeça

Grupo: Ato Verbal
Álbum: Céu vs Inferno
Ouça o som:   tocar tocar tocar



Um dia eu sonhei com o mundo todo azul mais eu não freqüento shopping não faço curso na unisul, a burguesa só vai enxergar o rap com bom olhar quando o ladrão ti enquadra e ti matar ela não vai se deparar com falta de emprego nasceu numa mansão nunca passou por um veneno falta de saneamento muitos morrendo de fome discriminam nosso rap conta a verdade do homem e que na nossa escola não tem professor e que em nossos postos morre mais de dez senhor por dia a critica é lógica depois chora implora pelo o seu filho quando estiver no cativeiro com oitão na cara vai fazer outro herdeiro se lembra do meu emprego que você me demitiu pela camisa de rap o Brasil assistiu o monstro sanguinário no noticiário que roubou seu rolex ti matou pelo seu carro entrou na sua mansão fez o seu filho de refém envolveram a policia outro caixão veio também


{REFRÃO}
E ai burguesa não abaixo minha cabeça sou outro cara humilde que perdeu a consciência, e ai burguesa a esperança se acabou eu atiro pra matar e que acerte o doutor {2x}.


No meu dia a dia vou trampar na humildade pra chegar no fim do mês sem a mínima estabilidade passo o maior sufoco pra ajudar minha família e você crescendo, fazendo mais firma extorquindo os outros e eu na agonia queria ter uma casa imobilizada com piscina na mais pura alegria, mas dai desperto sangue bom e vejo que isso não existe irmão pobre, empregado que não é nem registrado e ganha um salário e você achando engraçado não enxergar os seus atos me julga como um fracassado, necessitado da sua pessoa pra sobreviver olha ai burguesa o que vou dizer, engatilho na sua cara e mando se foder é mais um que esta jogada no mundão rica mais sem coração refém do capeta só fala besteira cuidado com o que fala se não vai pro saco sem problemas


{REFRÃO}
E ai burguesa não abaixo minha cabeça sou outro cara humilde que perdeu a consciência, e ai burguesa a esperança se acabou eu atiro pra matar e que acerte o doutor {2x}.


Vou em mira do sistema ó pátria amada idolatrada eu acabo no caixão com a doze na cara e os miolos pelo chão, mas só você poderia reverter esse papel dando emprego para o povo ia sonhar com o céu, mais como sua ganância é maior que o coração tudo acaba num mar de sangue, declínio, corrupção presídio ta lotado incineraram o maquinário o governo fala groza e foge do estado não tem advogado o meu júri é popular então escuta ai burguesa o que eu tenho pra falar. Não sou o exorcista que tira demônio de alma mais queria exorcizar esses pensamentos inferiores que julgam os pobres como uns perdedores que não pegam em flores na humildade chega de sofrer chega de chorar aprender e enviar e assim continuar a minha trilha pura poesia na America latina o que importa é o dinheiro eu não vejo beleza somente tristeza o que vale para mim é a riqueza espiritual.


{REFRÃO}
E ai burguesa a esperança se acabou eu atiro pra matar e que acerte o doutor, E ai burguesa não abaixo minha cabeça sou outro cara humilde que perdeu a consciência {4x}.





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