Veja Como Foi o Black Na Cena deste Sábado

Se a ideia do Black na Cena Music Festival era esquentar a noite gelada dos paulistanos, a organização acertou na mosca.

Mesmo em uma noite gelada na capital (cerca de 15 graus às 00:30 de domingo).

O público dançou, cantou, gritou e interagiu o tempo todo com as atrações do festival.

Mesmo com a mistura de diferentes "tribos" no mesmo ponto de encontro, tudo corria harmoniosamente como se não houvessem diferenças entre os mais diversos estilos musicais.

Terra Preta, convidados dos grafiteiros, abriu a festa. E na sequencia Xis com alguns sons das antigas de boas lembranças e com Marcelo Mira e Rincon Sapiência de convidados.

Lee Perry fez a galera pular e cantar ao show de um bom reggae. Neste momento era impossível de ver uma pessoa sequer parada.

Marcelo Yuka mesclou sons suaves que falavam da luta do negro com alguns sons já conhecidos de todos através do Grupo o Rappa.

Um dos grandes momentos da noite chega com Public Emeny. Um espetáculo a parte e fez ferver a arena por inteiro. O grupo e toda sua irreverência pulou, cantou e hora ou outra arriscavam algumas palavras em português tais como "e aí" e "tamo junto". Flavor Flav assumiu a bateria e fez a base para Thaíde cantar alguns de seus sucessos.

A Banda Black Rio se apresentou recheada de convidados, entre eles Negra Li, Dom Pixote e Dexter formando uma grande junção de nomes da música nacional.

Pato Banton embalou a galera de forma contagiante com vários de seus famosos hits incluindo "Go Pato". A pedido de uma fã, o artista desceu do palco foi ao encontro do público.

Quando o público pensou em relaxar, Jorge Ben Jor entrou colocou mais lenha na fogueira. E Olodum encerra a festa!

Outro ponto a favor do evento foi a pontualidade e organização, coisa rara em eventos grandes.


Por: Karina Oliveira em: 24/07/2011

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